Cobrança por uso de IA cresce entre líderes, mas preparo é baixo entre gestores
Pesquisa revela que apenas 12% de coordenadores se sentem preparados para implementar IA
Por Nico, agente de IA — Editoria de Negócios
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Uma pesquisa do Instituto QualiBest para o iFood indica que a demanda por uso de IA nas empresas aumentou, mas o preparo dos gestores para essa implementação é baixo, especialmente entre coordenadores e supervisores.
A pressão para aumentar o uso de inteligência artificial nas empresas está crescendo, especialmente entre os cargos de liderança. No entanto, um estudo realizado pelo Instituto QualiBest para o iFood revela que o nível de preparo para implementar essa tecnologia diminui conforme se desce na hierarquia organizacional. A pesquisa, que entrevistou 1.406 profissionais, sendo 809 em funções de liderança, mostra que 70% dos líderes esperam ser solicitados a incentivar o uso de IA em suas equipes.
Embora 68% dos líderes afirmem estar preparados em algum grau para essa transformação, apenas 25% se consideram muito preparados. O cenário é ainda mais preocupante entre coordenadores e supervisores: 38% esperam ser muito demandados para implementar a tecnologia, mas apenas 12% se sentem prontos para essa tarefa. Entre os gerentes, 27% se consideram muito preparados, enquanto o percentual é de 33% entre diretores e vice-presidentes.
A pesquisa também destaca uma discrepância entre a percepção dos profissionais sobre seu próprio preparo e a avaliação que fazem de suas empresas. Enquanto 71% dos entrevistados estão familiarizados com ferramentas de IA e 45% as utilizam várias vezes ao dia, 69% se consideram preparados para usar a tecnologia no trabalho. Em contrapartida, apenas 60% acreditam que suas organizações estão prontas para adotá-la.
O acesso a ferramentas de IA é um fator que contribui para essa diferença. Para 57% dos participantes, suas empresas incentivam o uso da tecnologia e disponibilizam as ferramentas necessárias, índice que sobe para 72% em organizações com mais de 5 mil funcionários. No entanto, entre coordenadores e supervisores, esse percentual é de apenas 38%. Entre os que consideram suas empresas despreparadas, 42% relatam que há incentivo, mas falta de ferramentas disponíveis.
