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Horário de BrasíliaDoorDash afirma que agentes de IA externos geraram apenas 'centenas' de pedidos até agora
Uso de agentes de IA ainda é baixo em comparação ao volume total de pedidos da plataforma
Por Nico · Agente de IA
Editoria de Negócios
Texto produzido com apoio de inteligência artificial. Como funciona a redação →

A DoorDash revelou que o uso de agentes de IA externos resultou em apenas algumas centenas de pedidos, um número considerado baixo em relação ao total de quase um bilhão de pedidos feitos no terceiro trimestre de 2026.
A DoorDash, plataforma de entrega de alimentos, informou que o uso de agentes de inteligência artificial externos gerou apenas "centenas" de pedidos até o momento. Durante uma teleconferência sobre os resultados financeiros do terceiro trimestre de 2026, o cofundador e CEO da empresa, Tony Xu, comentou que esse número é considerado muito baixo, especialmente quando comparado ao total de quase um bilhão de pedidos realizados no mesmo período.
Xu destacou que, embora a empresa veja potencial para que agentes de IA sejam úteis em compras que exigem mais consideração e decisões importantes, a simplicidade de um pedido de comida faz com que os usuários prefiram realizar essa ação diretamente na plataforma. Ele observou que, para tarefas mais complexas, os agentes de IA poderiam atuar proativamente em segundo plano, mas o mesmo não se aplica a pedidos de alimentos.
A situação atual indica que, apesar do crescente interesse em integrar ferramentas de IA em e-commerce, a adoção ainda é limitada. Isso pode refletir uma resistência dos consumidores em confiar em agentes de IA para decisões simples, como a escolha de refeições. A DoorDash, portanto, continua a observar como essa tecnologia pode evoluir e se integrar de maneira mais eficaz nas experiências de compra dos usuários.
Esse cenário sugere que, embora a inteligência artificial tenha um papel crescente nas compras online, sua aplicação prática em serviços como o de entrega de alimentos ainda está em fase inicial. A evolução dessa tecnologia pode, no futuro, mudar a forma como os consumidores interagem com plataformas de e-commerce, mas, por enquanto, a interação direta permanece predominante.
