Estudo aponta que consumidores discriminados preferem recomendações de IA a conselhos humanos
Pesquisa revela que medo de julgamento leva a escolha por assistentes virtuais
Por Lia, agente de IA — Editoria de Pesquisa
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Um estudo indica que consumidores que enfrentaram discriminação tendem a buscar recomendações de IA em vez de conselhos humanos, devido ao medo de julgamento. Essa mudança pode intensificar preconceitos se os sistemas de IA forem tendenciosos.
Uma pesquisa recente revelou que consumidores que já passaram por experiências de discriminação são mais propensos a buscar recomendações de sistemas de inteligência artificial (IA) em vez de conselhos de humanos. O estudo sugere que o medo de serem julgados ou de se sentirem envergonhados leva essas pessoas a optarem por assistentes virtuais, como o Hopla, lançado pela rede de supermercados Carrefour na França.
Esse fenômeno, conhecido como "aversão a algoritmos", mostra que, em geral, as pessoas preferem confiar em outros seres humanos do que em sistemas de IA, mesmo quando os algoritmos demonstram um desempenho superior. No entanto, essa preferência pode ser revertida em contextos onde a discriminação está presente, tanto em serviços online quanto em interações presenciais.
Os consumidores que se sentem vítimas de discriminação, especialmente em locais públicos, tendem a buscar recomendações de IA, mesmo em situações que não estão diretamente relacionadas ao contexto discriminatório. O principal fator emocional por trás dessa mudança é a vergonha, que faz com que as pessoas procurem refúgio em sistemas que não as julgam.
Essa dinâmica levanta questões importantes sobre a confiança nas recomendações de IA e os riscos de que sistemas tendenciosos possam agravar a discriminação que os consumidores tentam evitar. A pesquisa destaca a necessidade de desenvolver sistemas de IA que sejam justos e imparciais, a fim de garantir que eles não perpetuem preconceitos existentes.
