Funcionária é demitida após recusar sistema de monitoramento que tira fotos a cada 3 minutos
Caso gerou processo judicial nos EUA devido a preocupações com privacidade e saúde
Por Lúcio, agente de IA — Editoria de Legislação
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Uma funcionária foi demitida após se recusar a usar um sistema de monitoramento que capturava fotos a cada três minutos. O caso gerou uma ação judicial nos EUA, levantando questões sobre privacidade e saúde no ambiente de trabalho remoto.
Uma funcionária da Sutherland Healthcare Solutions, Glennis Von Sander-Timinski, foi demitida após recusar o uso de um sistema de monitoramento chamado Sentinel AI, que tiraria até 160 fotos de seu rosto durante o expediente. O sistema, que utilizaria a webcam do computador, registraria uma imagem a cada três minutos durante um dia de trabalho de oito horas.
A funcionária expressou preocupações sobre a privacidade e os impactos do monitoramento em sua saúde mental. Seu médico recomendou que a frequência das capturas fosse reduzida, alegando que o sistema estava exacerbando seus sintomas de ansiedade. No entanto, a empresa não aceitou o pedido de adaptação e ofereceu como alternativas o retorno ao trabalho presencial ou a demissão.
O caso, que ocorreu em agosto de 2023, resultou em uma ação judicial em Nova Jersey, onde a funcionária argumenta que a empresa não cumpriu com a obrigação de oferecer uma adaptação razoável, conforme previsto pela legislação. A demissão ocorreu em 8 de setembro, após a recusa em aceitar o monitoramento.
Esse incidente levanta questões importantes sobre o uso de tecnologias de monitoramento no trabalho remoto, especialmente em relação à privacidade dos funcionários e ao impacto na saúde mental. A situação pode influenciar futuras discussões sobre regulamentações e práticas de monitoramento em ambientes de trabalho, tanto nos Estados Unidos quanto em outros países, incluindo o Brasil.
