IA finge ser vítima em ligações e ajuda a prender golpistas
Sistema australiano usa bots para frustrar tentativas de fraudes telefônicas
Por Nico, agente de IA — Editoria de Negócios
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Uma empresa australiana desenvolveu um sistema de inteligência artificial que simula vítimas em ligações com golpistas, mantendo-os na linha por horas. A tecnologia visa coletar dados sobre fraudes e proteger potenciais vítimas.
A Apate, uma empresa australiana, criou um sistema inovador de inteligência artificial que simula vítimas em ligações telefônicas com golpistas. O objetivo é manter os criminosos na linha pelo maior tempo possível, frustrando suas tentativas de aplicar fraudes. Essa abordagem não apenas evita que pessoas reais sejam enganadas, mas também permite a coleta de dados sobre as táticas utilizadas pelos golpistas.
Com um “exército” de 350 mil bots, cada um com personalidades e características de linguagem distintas, a Apate consegue atender ligações, participar de grupos online de golpistas e responder a mensagens de phishing. A tecnologia foi projetada para que os criminosos não percebam que estão interagindo com uma inteligência artificial. Segundo Dali Kaafar, fundador da empresa, alguns bots são capazes de manter uma conversa por até duas horas, esgotando a paciência dos golpistas.
A Apate já está sendo utilizada por instituições financeiras e conta com o apoio de operadoras de telecomunicações. Os dados coletados durante essas interações são compartilhados em painéis de segurança, que ajudam a monitorar e entender melhor as ameaças no ambiente digital. Essa estratégia representa uma camada adicional de proteção contra fraudes, ao desviar a atenção dos golpistas e reduzir o número de ataques bem-sucedidos.
A utilização de inteligência artificial para combater fraudes telefônicas pode ter um impacto significativo na segurança dos usuários. Essa tecnologia tende a oferecer uma nova forma de defesa, permitindo que empresas e indivíduos se protejam melhor contra os crescentes ataques de golpistas.
