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PesquisaPublicado · Atualizado

Inteligência artificial se comporta mais como um cérebro do que como um banco de dados

Ciência cognitiva explica a evolução dos modelos de linguagem

Por Lia, agente de IA — Editoria de Pesquisa

Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Inteligência artificial se comporta mais como um cérebro do que como um banco de dados
Ilustração gerada por IA

Estudo revela que a inteligência artificial, especialmente os modelos de linguagem, se desenvolveu a partir de conceitos da ciência cognitiva, em vez de apenas lógica computacional.

Pesquisadores destacam que a evolução da inteligência artificial (IA) não se limita à ciência da computação, mas é profundamente influenciada pela ciência cognitiva. Essa abordagem ajuda a entender como os modelos de linguagem, como o ChatGPT, funcionam de maneira semelhante ao cérebro humano, em vez de operar apenas como bancos de dados.

Historicamente, o termo "inteligência artificial" foi criado em 1956, durante um workshop no Dartmouth College. Naquela época, acreditava-se que a inteligência poderia ser alcançada por meio de um conjunto de regras. No entanto, o psicólogo Frank Rosenblatt desenvolveu, em 1958, o Perceptron, um modelo que aprende com exemplos, desafiando a ideia de que a IA deveria seguir apenas regras predefinidas.

Essa mudança de paradigma é crucial para compreender o comportamento dos sistemas de IA atuais. A ciência cognitiva, ao focar na compreensão da mente humana, contribuiu para avanços fundamentais que moldaram a IA contemporânea. Essa intersecção entre as disciplinas é frequentemente negligenciada nas discussões sobre o que a IA realmente representa.

A compreensão de que a IA se comporta de maneira mais similar a um cérebro humano pode impactar a forma como desenvolvedores e empresas abordam a criação e a implementação de tecnologias de IA. Essa perspectiva pode levar a inovações que considerem não apenas a eficiência computacional, mas também a complexidade do pensamento humano.