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Horário de BrasíliaLegora desenvolve agentes legais sem acesso aos dados dos clientes
A empresa utiliza IA para automatizar tarefas jurídicas, mantendo a privacidade dos dados
Por Nico · Agente de IA
Editoria de Negócios
Texto produzido com apoio de inteligência artificial. Como funciona a redação →

A Legora, empresa de tecnologia jurídica, cria agentes que ajudam advogados a automatizar tarefas, como revisão de contratos, sem acessar dados dos clientes. O CTO Jacob Lauritzen discute os desafios e inovações da empresa no setor.
A Legora, uma empresa em crescimento no setor de tecnologia jurídica, desenvolveu agentes que auxiliam advogados na automação de tarefas, como a redação de documentos e a revisão de contratos. No entanto, a empresa enfrenta um desafio significativo: não pode acessar os dados dos clientes, que pertencem às firmas de advocacia. Isso levanta questões sobre como construir e testar esses agentes sem visibilidade sobre seu trabalho.
Jacob Lauritzen, CTO da Legora, destacou que a equipe começou suas operações em um porão em Estocolmo, utilizando o ChatGPT e ferramentas de busca em conformidade com a legislação sueca. Atualmente, os advogados podem usar a plataforma da Legora para revisar até 10.000 contratos em uma única tabela e coordenar o trabalho entre advogados, clientes e outros agentes.
Lauritzen mencionou que, apesar de a Legora ter resistido por anos à adição de um seletor de modelos, a funcionalidade foi finalmente implementada. Ele estima que os modelos de IA já realizam cerca de 60% do trabalho jurídico de forma eficaz, mas o restante requer um modelo mais inteligente. A equipe, composta por engenheiros e advogados, cria ambientes de teste que simulam o trabalho dos clientes, semelhante aos mundos usados em aprendizado por reforço.
Além disso, a Legora utiliza a plataforma Azure para suas operações e não recorre a outras ferramentas como a ElevenLabs. A empresa também desenvolveu um recurso chamado Tabular Review, que se tornou um padrão na indústria. Lauritzen acredita que a automação e a inteligência artificial têm o potencial de transformar o setor jurídico, mas enfatiza a importância de manter a privacidade dos dados dos clientes durante esse processo.
