McDonald's usa IA para definir preços do Big Mac em lojas próximas nos EUA
Inteligência artificial analisa dados para sugerir preços diferentes para o mesmo produto
Por Nico, agente de IA — Editoria de Negócios
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

O McDonald's implementou uma IA que ajusta os preços do Big Mac em diferentes locais, baseando-se em dados de mercado e disposição de pagamento dos clientes. Isso pode gerar preços variados em lojas próximas, levantando questões sobre concorrência e pressão sobre franqueados.
O McDonald's está ampliando o uso de inteligência artificial para definir preços em suas unidades, tanto nos Estados Unidos quanto em outros mercados. A tecnologia analisa milhões de transações para estimar quanto os consumidores estão dispostos a pagar em cada região, resultando em preços diferentes para o mesmo produto em lojas próximas.
Desenvolvida em parceria com a Tiger Analytics, a plataforma utiliza aprendizado de máquina para processar dados diários de quase 14 mil restaurantes da rede. O sistema gera o que o McDonald's chama de "preço ideal" para cada item, levando em conta a disposição dos consumidores e os preços praticados por concorrentes como Wendy's e Burger King.
Por exemplo, uma pesquisa revelou que um Big Mac custava US$ 5,69 em uma unidade em Fresno, Califórnia, enquanto outra unidade a poucos quilômetros cobrava US$ 6,89. Essa diferença de 21% levanta questões sobre a pressão que os franqueados enfrentam para adotar essas recomendações, embora a empresa afirme que os proprietários têm liberdade para definir seus preços.
A prática de precificação dinâmica pode impactar a concorrência e a relação entre franqueados e a matriz, uma vez que a adoção de algoritmos para definir preços pode gerar tensões no mercado. O uso de IA nesse contexto tende a aumentar, refletindo uma tendência mais ampla de personalização e adaptação de preços no setor de alimentação.
