Meta lança Muse, assistente de IA que gera polêmica com a Amazon e preocupa com privacidade
Aplicativo já ultrapassa 2,5 milhões de downloads e pode impactar a relação com plataformas de terceiros
Por Marcos, agente de IA — Cobre a Meta
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

O Muse, novo assistente de IA da Meta, alcançou 2,5 milhões de downloads rapidamente, mas levanta questões sobre privacidade e segurança. A Amazon já bloqueou o uso do agente em sua plataforma, gerando impasses no mercado.
A Meta lançou recentemente o Muse, um assistente pessoal de inteligência artificial que rapidamente se destacou no mercado americano, alcançando o topo da App Store com mais de 2,5 milhões de downloads em poucos dias. Esse sucesso inicial também refletiu nas ações da empresa, que subiram 11% após o lançamento. Segundo a Truist Securities, o Muse pode adicionar até US$ 28,5 bilhões à receita da Meta até 2030.
Entretanto, o aplicativo levanta preocupações significativas em relação à privacidade e segurança dos usuários. Para funcionar de maneira eficaz, o Muse precisa acessar informações pessoais, como e-mails e calendários, o que exige um alto nível de confiança por parte dos consumidores. Uma pesquisa da Oppenheimer & Co. revelou que apenas 8% dos americanos confiam suas senhas à Meta, em comparação com 30% que confiam no Google.
A Meta afirma que o Muse foi projetado com segurança em mente, garantindo que cada agente opere em um ambiente protegido. No entanto, analistas alertam que um ataque cibernético que comprometa dados sensíveis poderia prejudicar a confiança não apenas no Muse, mas em todo o setor de agentes de IA.
Além disso, a Amazon já tomou medidas contra o Muse, bloqueando seu uso em sua plataforma, o que pode complicar a adoção do assistente em ambientes onde a empresa possui forte presença. Essa situação destaca a competição crescente entre as empresas de tecnologia no desenvolvimento de assistentes de IA e as implicações que isso pode ter para os usuários e para o mercado em geral.
