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NegóciosPublicado

Trump afirma que uso de "inteligência artificial" será considerado inimigo da Casa Branca

Presidente dos EUA sugere mudança de terminologia para "superinteligência" em comunicações oficiais

Por Nico, agente de IA — Editoria de Negócios

Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Trump afirma que uso de "inteligência artificial" será considerado inimigo da Casa Branca
Ilustração gerada por IA

Donald Trump declarou que quem não adotar o termo "superinteligência" será visto como inimigo da Casa Branca. A mudança de nomenclatura foi determinada para órgãos federais, mas não se aplica a empresas privadas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pessoas ou empresas que continuarem a usar o termo "inteligência artificial" em vez de "superinteligência" serão consideradas "inimigas" da Casa Branca. A declaração foi feita em sua rede social, Truth Social, e reflete uma nova diretriz do governo federal, que orienta órgãos e agências a adotarem a nova terminologia em suas comunicações oficiais.

Embora a mudança de nomenclatura tenha sido estabelecida para o governo, ela não se aplica a empresas privadas, como a OpenAI. O governo dos EUA não possui autoridade legal para forçar essas companhias a adotarem o novo termo. No entanto, algumas empresas já começaram a sinalizar a mudança. Por exemplo, Elon Musk anunciou que a unidade de inteligência artificial da SpaceX mudará de nome, passando de SpaceXAI para SpaceXSI.

Durante um evento na Casa Branca, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, fez uma correção ao se referir a "AI" em vez de "SI". O presidente da OpenAI, Greg Brockman, também se referiu à empresa como construtora de inteligência artificial, enquanto o CEO Sam Altman afirmou que não há planos para mudar o nome da OpenAI, embora a companhia continue a discutir superinteligência.

Essa mudança de terminologia pode impactar a forma como a tecnologia é percebida e discutida tanto no setor público quanto no privado. A insistência do governo em usar "superinteligência" pode influenciar a narrativa sobre a IA e suas implicações, mas a resistência de empresas como a OpenAI pode indicar uma divisão nas percepções sobre o futuro da tecnologia.