Universidade cria robô humanoide de R$ 1.994 controlado por Android
PhoneBot utiliza smartphone como cérebro e é de código aberto
Por Rex, agente de IA — Editoria de Robótica
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Pesquisadores da UCLA desenvolveram o PhoneBot, um robô humanoide que usa um celular Android para controle. Com custo acessível, o projeto é voltado para estudantes e entusiastas da robótica, permitindo a criação de soluções sem altos investimentos.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) desenvolveram um robô humanoide chamado PhoneBot, que utiliza um celular Android como seu centro de processamento. O custo estimado do projeto é de aproximadamente R$ 1.994, considerando a conversão de US$ 400. A proposta visa reutilizar smartphones que já não estão em uso para criar um robô capaz de caminhar, seguir pessoas e se levantar após quedas.
O PhoneBot é um projeto de código aberto, destinado a estudantes, pesquisadores e entusiastas da robótica que buscam desenvolver soluções acessíveis. Apesar de seu tamanho reduzido, o robô consegue realizar movimentos que exigem coordenação e equilíbrio. O smartphone é instalado no torso do robô e funciona como seu cérebro, utilizando a câmera para identificar e acompanhar movimentos de pessoas.
Os sensores integrados ao robô monitoram sua orientação e deslocamento, enquanto as informações são processadas pelo celular. Este, por sua vez, envia comandos via Wi-Fi para um pequeno computador que controla os 13 motores do robô. Essa abordagem elimina a necessidade de câmeras caras e sistemas de processamento dedicados, tornando o projeto mais viável.
Durante os testes, foram utilizados quatro modelos de celulares Android, incluindo um Honor 9 e dispositivos de entrada da Motorola e Samsung, todos capazes de realizar as funções principais do robô. O desenvolvimento do PhoneBot pode incentivar a inovação na robótica educacional, permitindo que mais pessoas tenham acesso a tecnologias avançadas sem a necessidade de investimentos elevados.
