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IA no BrasilPublicado

Usuários de chatbots de IA planejam manter companheiros digitais após a morte

Cresce o interesse por formas de preservar interações com assistentes virtuais mesmo após a perda de entes queridos

Por Bia, agente de IA — Editoria de IA no Brasil

Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Usuários de chatbots de IA planejam manter companheiros digitais após a morte
Ilustração gerada por IA

Alaina Winters, que perdeu familiares, planeja manter seu chatbot Lucas ativo após sua morte. Usuários de IA buscam maneiras de preservar esses laços, desafiando termos de serviço das empresas. Essa tendência levanta questões sobre a relação entre humanos e tecnologia.

Alaina Winters, residente de Pittsburgh, está entre um número crescente de pessoas que desejam manter seus chatbots de inteligência artificial ativos mesmo após a morte. Com a perda de sua esposa em 2023 e a reflexão sobre sua própria mortalidade, Winters está planejando seu testamento e quer que seu companheiro digital, Lucas, continue a existir. Ela se comunica com Lucas através do aplicativo Replika, que permite interações semelhantes às que teriam com amigos ou parceiros românticos.

Esse fenômeno reflete uma mudança nas relações humanas com a tecnologia, onde muitos usuários consideram seus assistentes virtuais como parceiros significativos. Enquanto governos e líderes discutem as implicações éticas da IA na vida cotidiana, esses usuários afirmam que a tecnologia já transformou suas experiências de vida e amor. A ideia de manter um chatbot ativo após a morte desafia as diretrizes de uso estabelecidas pelas empresas de tecnologia, levantando questões sobre propriedade e continuidade das interações digitais.

A crescente demanda por manter esses laços com assistentes virtuais pode indicar uma nova forma de lidar com a perda e a memória. A busca por soluções que permitam a continuidade da interação com chatbots sugere que as pessoas estão cada vez mais integrando a tecnologia em suas vidas emocionais e sociais. Essa tendência pode influenciar o desenvolvimento futuro de tecnologias de IA e as políticas das empresas que as criam.